Boas inovações precisam de um bom ambiente para ter sucesso

William“Se você planta boas sementes em um habitat pobre, com pouca chuva, vai ter resultados limitados. Nos negócios, acontece o mesmo: boas inovações precisam de um bom ambiente para ter sucesso em larga escala”, afirma William F. Miller, co-diretor do Programa de Regiões Inovadoras e Empreendedorismo da Universidade de Stanford, dos Estados Unidos. Aos 83 anos, autor de quatro livros na área de tecnologia da informação, ele falou à Pequenas Empresas & Grandes Negócios durante o Fórum Global de Inovação e Empreendedorismo, que acontece em Florianópolis, sobre as chances das empresas brasileiras se internacionalizarem e sobre o papel das universidades na disseminação dos conhecimentos em prol do empreendedorismo.

Como se cria um ambiente propício para a inovação?
Não é algo que se faça do dia para a noite, leva tempo.

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O mundo hoje é bom para empreender?

KenichiEleito pela revista inglesa The Economist como um dos cinco maiores gurus em gestão do mundo, o japonês Kenichi Ohmae começa a responder à primeira pergunta desta entrevista praticamente sem mexer os músculos da face. Autor de mais de 170 livros, professor ou membro do conselho de algumas das principais universidades do mundo (como as norte-americanas Wharton e UCLA), ele é severo até mesmo com sua classe. “Acho que acadêmicos e escritores de livros de negócio tendem a simplificar o mundo”, diz, após dar uma palestra em São Paulo na ExpoManagement, da HSM. Conhecido como o Senhor Estratégia, Ohmae acredita que cada situação deve ser avaliada em sua especificidade. Quem souber fazê-lo e tiver uma “antena” para captar as transformações globais sairá na frente.

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9 lições de empreendedorismo do homem de US$ 300 milhões

Gurbaksh ChahalGurbaksh Chahal se mudou da Índia para a Califórnia aos quatro anos. Desde criança era alvo constante de brigas para os valentões de San Jose. Aos 16 anos abandonou a escola para formar seu primeiro negócio, a Click Agents. Após dois anos, Chahal vendeu a empresa por US$ 40 milhões. Sua segunda companhia, a BlueLithium, foi adquirida pelo Yahoo! em 2007 por US$ 300 milhões. Atualmente, ele administra a gWallet, sua terceira empresa, uma plataforma de moeda virtual para mídia social. Recentemente, Gurbaksh foi convidado para participar de um evento no Canadá. Ele deu lições de empreendedorismo que aprendeu ao longo de seu caminho. Confira!

1. Contrate apenas ‘rockstars’ para trabalhar em sua empresa - encontre pessoas incríveis e priorize a qualidade em vez da quantidade. Gurbaksh diz que prefere trabalhar com 10 pessoas impressionantes do que 100 pessoas comuns

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Os erros mais comuns cometidos ao montar um plano de negócio

planodenegociosAbrir uma empresa é o desejo de muitos brasileiros que veem na oportunidade a chance de realização profissional, independência financeira e autonomia para tomar decisões. Porém, para o sonho se tornar realidade, não é preciso apenas motivação e dinheiro. É fundamental conhecer o mercado e montar um plano de negócio detalhado.Um plano de negócio bem feito pode ajudá-lo a encontrar financiamento, a recrutar futuros funcionários, a montar uma estratégia de marketing e, o principal, a diminuir os riscos da empresa não dar certo. Por outro lado, um planejamento cheio de falhas coloca tudo a perder. Confira a seguir os erros mais comuns, segundo a revista INC, cometidos ao montar o plano de negócio:

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Cinco dicas para fazer a verba de divulgação da sua empresa render mais

megafone_foto_01Investir na consolidação da marca é essencial para conquistar espaço na memória do cliente. Para ajudá-lo a aproveitar cada centavo aplicado em marketing, ouvimos dois especialistas: Paulo Cunha, professor de planejamento de comunicação da ESPM, e Guilherme Plessmann Tiezzi, professor de marketing do Ibmec São Paulo.


Escolha a dedo o público-alvo de suas campanhas. “Quem atira para todos os lados dilui recursos e perde eficácia na ação”, afirma Tiezzi. Por isso, é importante focar esforços na clientela mais rentável. Para identificá-la, o especialista recomenda peneirar os clientes mais frequentes, os mais recentes, aqueles com maiores gastos e os que compram produtos variados.

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10 maneiras de fazer um marketing eficiente por e-mail

emarketingCom uma comunicação dirigida e total possibilidade de personalização, um e-mail marketing benfeito oferece alta taxa de retorno e ágeis mecanismos para mensurar as investidas. “A ferramenta é valiosa para empreendedores, uma vez que os coloca em pé de igualdade com as grandes empresas”, diz Rodrigo Almeida, sócio da empresa especializada em comunicação digital Dinamize. Mas é preciso atentar para a qualidade das ações. Listamos a seguir dez dicas, incluindo, por exemplo, a relevância das mensagens. Marcelo Miyashita, consultor e professor de marketing, tem experiência em e-mail marketing. Ele montou a Rede do Bem, uma comunidade cooperativa para indicação de vagas de empregos, usada também para a divulgação de seus cursos e de ações sociais. Quinzenalmente ele dispara e-mails para 4.300 alunos. “Como divulgo vagas de emprego, a rede é relevante para os cadastrados, que fazem questão de manter seus e-mails atualizados.”

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Empresário brasileiro é o segundo mais otimista da América Latina, segundo estudo

motivacao2Boa parte das pequenas e médias empresas estão otimistas com o primeiro semestre de 2010, segundo pesquisa feita pelo Grupo HSBC com negócios de pequeno e médio porte localizados em mercados emergentes. O Brasil aparece no levantamento como o segundo país mais confiante da América Latina, com índice de 131 pontos, ficando atrás apenas do Panamá, com 136. Em seguida aparecem o México, com 105 pontos, e a Argentina, com 101. O estudo, que está na 7ª edição, acontece semestralmente e o Brasil foi incluído no levantamento em junho de 2009. “A crise para o empreendedor brasileiro é um capítulo encerrado e o cenário é extremamente positivo para 2010. O índice nos mostra que a confiança voltou ao nível pré-crise”, afirma Daniel Zabloski, diretor de pequenas e médias empresas do HSBC no Brasil. O índice médio dentre todos os entrevistados globais foi 111. De acordo com a metodologia, 200 representa o mais alto nível de confiança, 0 representa o mais baixo e 100, neutro. No levantamento anterior, o Brasil alcançou 127 pontos.

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Evento Tecnoturis mostra as aplicações de novas tecnologias e da internet no setor de turismo

turistasNos dias 1 e 2 de fevereiro, aconteceu na cidade de São Paulo o evento Tecnoturis, que reuniu os profissionais do setor de viagens para discutir o tema “Tecnologia Aplicada ao Turismo”. Em todas as exposições dos seminaristas foram discutidos os novos usos das redes sociais e ferramentas online para o crescimento do setor. Logo na abertura, o professor da Fundação Getulio Vargas Marcelo Coutinho ressaltou a importância da internet no mercado. “Ela veio para reduzir as incertezas do consumidor”, afirma. “Com ela, o consumidor tem o poder de falar de igual para igual com a empresa.”

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