Conveniência e Franchising: franquia de postos de serviço

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O segmento das lojas de redes de postos de serviços, as chamadas lojas de conveniência, não para de crescer. Em média, são realizadas 2,5 bilhões de operações de abastecimento de combustíveis ao ano com faturamento anual de mais de R$ 162 bilhões. Os bons resultados do setor atraem novos investimentos das grandes bandeiras distribuidoras, que vêem seus fluxos de venda de combustíveis aumentarem de 15% a 30% quando possuem uma unidade por meio de redes de franquia.

Uma loja de conveniência é um pequeno estabelecimento comercial, muitas vezes funcionando em regime de franquia, localizada quase sempre em postos de abastecimento, estações ferroviárias ou de embarque, ou ruas movimentadas. Representam uma forma de se criar uma receita adicional e também de atrair novos consumidores para estes lugares.

O mercado de lojas de conveniência vem crescendo ano a ano acompanhando o caminho do franchising refletindo uma expansão de 20% ao ano, no conceito Store in Store com um faturamento de quase R$ 200 milhões ao mês.

Lojas como a Americana Express, 5 à Sec, BR Mania (Petrobrás), AM/PM (Ipiranga) possuem até 700 itens e oferecem uma série de novos serviços. A rede de lanchonetes Bob’s, pioneiro de fast-food nesse tipo de negócio, inaugurou a primeira unidade em 1997 num posto Shell. A presença destes tipos de serviços, além de aumentar o faturamente mensal atrai clientes para o local. O sucesso ficou comprovado durante a edição realizada na semana passada da Feira de Postos de Combustíveis, Equipamentos e Lojas de Conveniência, em Brasília.

“Conveniência significa comodidade de acesso e pronta disponibilidade de produtos exatamente na hora em que o consumidor pode deles precisar ou, por efeito de impulso, pode ser induzido a desejar”, ensina o presidente da Associação Brasileira de Franchising do Rio de Janeiro (ABF-Rio), Alain Guetta.

O consultor em franchising completa que este fator é singular e tornar-se o diferencial mais relevante na decisão de compra do consumidor. “Pela conveniência, os consumidores normalmente estarão até dispostos a pagar um pouquinho mais”, explica Guetta.

No livro Conveniência e Franchising – O canal do varejo contemporâneo – Franquia de postos de serviço (Editora Lumen Júris) o advogado especialista em legislação de franquias, Luiz Felizardo Barros, comenta os aspectos jurídicos e legais das lojas de conveniência no Brasil, traçando um panorama econômico e operacional dos postos de gasolina, e analisando a vinculação de determinada bandeira de uma distribuidora aos postos como forma de franquia. Ideal para quem deseja saber mais sobre o setor.

Por: Aline Nastari

Pauta: Conveniência e Franchising: franquia de postos de serviço

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Aline Nastari

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mostrar detalhes 11 ago (2 dias atrás)

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Olá! Como vai?

Estou enviando uma sugestão de pauta sobre o crescimento das lojas de rede de postos de serviço, mas conhecida como lojas de conveniência. O aumento do número de lojas é de 20% ao ano, chegando a um faturamento de quase R$200 milhões ao mês no setor. Segundo especialista da área, o consumidor chega a pagar um pouco mais no preço do combustível com a exitência de uma loja de conveniência. O release conta ainda com uma dica para quem pretende se informar mais sobre o assunto.

Segue abaixo o release.

Será que rende alguma publicação?
Qualquer informação adicional ou dúvidas é só entrar em contato comigo.

Beijos,
Aline Nastari.

Conveniência e Franchising: franquia de postos de serviço

O segmento das lojas de redes de postos de serviços, as chamadas lojas de conveniência, não para de crescer. Em média, são realizadas 2,5 bilhões de operações de abastecimento de combustíveis ao ano com faturamento anual de mais de R$ 162 bilhões. Os bons resultados do setor atraem novos investimentos das grandes bandeiras distribuidoras, que vêem seus fluxos de venda de combustíveis aumentarem de 15% a 30% quando possuem uma unidade por meio de redes de franquia.

Uma loja de conveniência é um pequeno estabelecimento comercial, muitas vezes funcionando em regime de franquia, localizada quase sempre em postos de abastecimento, estações ferroviárias ou de embarque, ou ruas movimentadas. Representam uma forma de se criar uma receita adicional e também de atrair novos consumidores para estes lugares.

O mercado de lojas de conveniência vem crescendo ano a ano acompanhando o caminho do franchising refletindo uma expansão de 20% ao ano, no conceito Store in Store com um faturamento de quase R$ 200 milhões ao mês.

Lojas como a Americana Express, 5 à Sec, BR Mania (Petrobrás), AM/PM (Ipiranga) possuem até 700 itens e oferecem uma série de novos serviços. A rede de lanchonetes Bob’s, pioneiro de fast-food nesse tipo de negócio, inaugurou a primeira unidade em 1997 num posto Shell. A presença destes tipos de serviços, além de aumentar o faturamente mensal atrai clientes para o local. O sucesso ficou comprovado durante a edição realizada na semana passada da Feira de Postos de Combustíveis, Equipamentos e Lojas de Conveniência, em Brasília.

“Conveniência significa comodidade de acesso e pronta disponibilidade de produtos exatamente na hora em que o consumidor pode deles precisar ou, por efeito de impulso, pode ser induzido a desejar”, ensina o presidente da Associação Brasileira de Franchising do Rio de Janeiro (ABF-Rio), Alain Guetta.

O consultor em franchising completa que este fator é singular e tornar-se o diferencial mais relevante na decisão de compra do consumidor. “Pela conveniência, os consumidores normalmente estarão até dispostos a pagar um pouquinho mais”, explica Guetta.

No livro Conveniência e Franchising – O canal do varejo contemporâneo – Franquia de postos de serviço (Editora Lumen Júris) o advogado especialista em legislação de franquias, Luiz Felizardo Barros, comenta os aspectos jurídicos e legais das lojas de conveniência no Brasil, traçando um panorama econômico e operacional dos postos de gasolina, e analisando a vinculação de determinada bandeira de uma distribuidora aos postos como forma de franquia. Ideal para quem deseja saber mais sobre o setor.

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Ingo Porto

para Aline

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Oi Aline. Bom dia!

Estou pensando em publicar o texto na íntegra, o que achas?


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Celular: 81 8813 3040

Em 11 de agosto de 2010 15:01, Aline Nastari <atendimento10@markassessoria.com.br> escreveu:

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Estou enviando uma sugestão de pauta sobre o crescimento das lojas de rede de postos de serviço, mas conhecida como lojas de conveniência. O aumento do número de lojas é de 20% ao ano, chegando a um faturamento de quase R$200 milhões ao mês no setor. Segundo especialista da área, o consumidor chega a pagar um pouco mais no preço do combustível com a exitência de uma loja de conveniência. O release conta ainda com uma dica para quem pretende se informar mais sobre o assunto.

Segue abaixo o release.

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Beijos,
Aline Nastari.

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O segmento das lojas de redes de postos de serviços, as chamadas lojas de conveniência, não para de crescer. Em média, são realizadas 2,5 bilhões de operações de abastecimento de combustíveis ao ano com faturamento anual de mais de R$ 162 bilhões. Os bons resultados do setor atraem novos investimentos das grandes bandeiras distribuidoras, que vêem seus fluxos de venda de combustíveis aumentarem de 15% a 30% quando possuem uma unidade por meio de redes de franquia.

Uma loja de conveniência é um pequeno estabelecimento comercial, muitas vezes funcionando em regime de franquia, localizada quase sempre em postos de abastecimento, estações ferroviárias ou de embarque, ou ruas movimentadas. Representam uma forma de se criar uma receita adicional e também de atrair novos consumidores para estes lugares.

O mercado de lojas de conveniência vem crescendo ano a ano acompanhando o caminho do franchising refletindo uma expansão de 20% ao ano, no conceito Store in Store com um faturamento de quase R$ 200 milhões ao mês.

Lojas como a Americana Express, 5 à Sec, BR Mania (Petrobrás), AM/PM (Ipiranga) possuem até 700 itens e oferecem uma série de novos serviços. A rede de lanchonetes Bob’s, pioneiro de fast-food nesse tipo de negócio, inaugurou a primeira unidade em 1997 num posto Shell. A presença destes tipos de serviços, além de aumentar o faturamente mensal atrai clientes para o local. O sucesso ficou comprovado durante a edição realizada na semana passada da Feira de Postos de Combustíveis, Equipamentos e Lojas de Conveniência, em Brasília.

“Conveniência significa comodidade de acesso e pronta disponibilidade de produtos exatamente na hora em que o consumidor pode deles precisar ou, por efeito de impulso, pode ser induzido a desejar”, ensina o presidente da Associação Brasileira de Franchising do Rio de Janeiro (ABF-Rio), Alain Guetta.

O consultor em franchising completa que este fator é singular e tornar-se o diferencial mais relevante na decisão de compra do consumidor. “Pela conveniência, os consumidores normalmente estarão até dispostos a pagar um pouquinho mais”, explica Guetta.

No livro Conveniência e Franchising – O canal do varejo contemporâneo – Franquia de postos de serviço (Editora Lumen Júris) o advogado especialista em legislação de franquias, Luiz Felizardo Barros, comenta os aspectos jurídicos e legais das lojas de conveniência no Brasil, traçando um panorama econômico e operacional dos postos de gasolina, e analisando a vinculação de determinada bandeira de uma distribuidora aos postos como forma de franquia. Ideal para quem deseja saber mais sobre o setor.

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Aline – Mark

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Acho ótimo Ingo!
Sem problemas.
Muito obrigada pela atenção.
Ficarei aguardando a publicação.
Beijos,
Aline Nastari.
Mark Assessoria & Comunicação
Aline Nastari – Apoio
Adriana Santos- Coordenadora
Hanriette Soares – Diretora de Comunicação
Escritórios:
São Paulo – Av. Brigadeiro Faria Lima, 628 – Conjunto 23 – Jardim Paulistano – CEP 01452-913 – Tel.: (11) 3438-4006
Rio de Janeiro – Av. das Américas, 1650 – Bloco 04 – Sala 304 – Barra – CEP 22640-101 – Tel.: (21)  2495-2401/7843-7335/Rádio 32*10774
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—– Original Message —–
Sent: Thursday, August 12, 2010 10:52 AM
Subject: Re: Pauta: Conveniência e Franchising: franquia de postos de serviço

Oi Aline. Bom dia!

Estou pensando em publicar o texto na íntegra, o que achas?


Ingo Porto | CEO
HiperDot Tecnologia
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Em 11 de agosto de 2010 15:01, Aline Nastari <atendimento10@markassessoria.com.br> escreveu:

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Pauta: Conveniência e Franchising: franquia de postos de serviço

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Segue abaixo o release.

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Beijos,
Aline Nastari.

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O segmento das lojas de redes de postos de serviços, as chamadas lojas de conveniência, não para de crescer. Em média, são realizadas 2,5 bilhões de operações de abastecimento de combustíveis ao ano com faturamento anual de mais de R$ 162 bilhões. Os bons resultados do setor atraem novos investimentos das grandes bandeiras distribuidoras, que vêem seus fluxos de venda de combustíveis aumentarem de 15% a 30% quando possuem uma unidade por meio de redes de franquia.

Uma loja de conveniência é um pequeno estabelecimento comercial, muitas vezes funcionando em regime de franquia, localizada quase sempre em postos de abastecimento, estações ferroviárias ou de embarque, ou ruas movimentadas. Representam uma forma de se criar uma receita adicional e também de atrair novos consumidores para estes lugares.

O mercado de lojas de conveniência vem crescendo ano a ano acompanhando o caminho do franchising refletindo uma expansão de 20% ao ano, no conceito Store in Store com um faturamento de quase R$ 200 milhões ao mês.

Lojas como a Americana Express, 5 à Sec, BR Mania (Petrobrás), AM/PM (Ipiranga) possuem até 700 itens e oferecem uma série de novos serviços. A rede de lanchonetes Bob’s, pioneiro de fast-food nesse tipo de negócio, inaugurou a primeira unidade em 1997 num posto Shell. A presença destes tipos de serviços, além de aumentar o faturamente mensal atrai clientes para o local. O sucesso ficou comprovado durante a edição realizada na semana passada da Feira de Postos de Combustíveis, Equipamentos e Lojas de Conveniência, em Brasília.

“Conveniência significa comodidade de acesso e pronta disponibilidade de produtos exatamente na hora em que o consumidor pode deles precisar ou, por efeito de impulso, pode ser induzido a desejar”, ensina o presidente da Associação Brasileira de Franchising do Rio de Janeiro (ABF-Rio), Alain Guetta.

O consultor em franchising completa que este fator é singular e tornar-se o diferencial mais relevante na decisão de compra do consumidor. “Pela conveniência, os consumidores normalmente estarão até dispostos a pagar um pouquinho mais”, explica Guetta.

No livro Conveniência e Franchising – O canal do varejo contemporâneo – Franquia de postos de serviço (Editora Lumen Júris) o advogado especialista em legislação de franquias, Luiz Felizardo Barros, comenta os aspectos jurídicos e legais das lojas de conveniência no Brasil, traçando um panorama econômico e operacional dos postos de gasolina, e analisando a vinculação de determinada bandeira de uma distribuidora aos postos como forma de franquia. Ideal para quem deseja saber mais sobre o setor.

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