Empresárias heterossexuais faturam com loja de roupas, cuecas e sungas para o público gay

Roupas, bermudas, sungas, acessórios e vibradores. Esses são alguns dos produtos vendidos pela loja Cox Ipanema, do Rio de Janeiro, voltada para o público gay e criada por uma dupla de empreendedoras. Ambas heterossexuais. Ana Quaresma e Mônica Peixoto decidiram abrir a loja depois de conhecer melhor o universo gay da cidade de São Francisco, na Califórnia, estado americano conhecido por ser um dos berços do movimento LGBT. “A Mônica é minha cunhada e morou lá por 12 anos”, conta Ana. “Eu ia visitá-la com muita frequência e notamos a abundância de negócios voltados para esse público.”

Mônica, que é designer, voltou ao Brasil e não sabia o que fazer para se inserir novamente no mercado, enquanto Ana já queria abrir seu próprio negócio.

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Foram movimentados R$ 7,8 bilhões no mercado brasileiro de call center em 2009

O mercado brasileiro de serviços de call center cresceu 16,7% em 2009 em comparação ao ano anterior, chegando à marca de R$ 7,8 bilhões, afirma o estudo “Call Center Services no Brasil”, realizado pela IDC, empresa de inteligência de mercado, consultoria e eventos nos setores de tecnologia da informação e telecomunicações.

O que se percebeu ao longo do ano foi um reposicionamento dos contratantes e contratadas que trouxe transformações positivas. “Enquanto a Lei do SAC conseguiu agilizar o amadurecimento dos processos e as operações de atendimento ao consumidor em busca de maior qualidade e eficiência, o Do not Call serviu de filtro para que as empresas não precisassem mais ligar para um público pequeno e que não desejava ser importunado com ações de telemarketing”, declara Célia Sarauza, gerente de consultoria e especialista em segurança da informação da IDC.

Segundo a pesquisa, em 2009, o número de PAs (Posições de Atendimento) próprias instaladas no Brasil cresceu 10%, atingindo 153,8 mil, o que reflete o crescimento da demanda por serviços de terceirização, principalmente em crédito e cobrança, retenção e serviços de back-office relacionados à BPO (Business Process Outsourcing).

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FINEP abre SELEÇÃO PÚBLICA VISANDO A SOLUÇÃO DE DESAFIOS TECNOLÓGICOS NO CENÁRIO DO PRÉ-SAL

1.  OBJETIVOS
Selecionar  propostas  para  apoio  financeiro  a  projetos  cooperativos  entre  ICTs  e Empresas  para  desenvolvimentos  tecnológicos  de  interesse  das  empresas  brasileiras, visando o fornecimento de bens e serviços para o setor de Petróleo e Gás Natural (P&G), visando  contribuir  para  a  política  de  conteúdo  local  para  a  solução  dos  desafios tecnológicos gerados ou ampliados em toda a cadeia produtiva desse setor, em função da descoberta de reservas da camada do Pré-Sal do litoral brasileiro.

•  OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Serão  apoiadas,  prioritariamente,  propostas  voltadas  para  atender  às  demandas tecnológicas  da  cadeia  produtiva  dos  segmentos  de:  Válvulas,  Conexões/Flanges, Umbilicais  Submarinos,  Caldeiraria,  Construção  Naval  e Instrumentação/Automação, através de projetos de desenvolvimento incremental de tecnologias maduras e também de projetos de desenvolvimento de tecnologias inovadoras.

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Indústria de software constitui 12º maior mercado interno do mundo

Com um crescimento de 2,4% no ano passado em relação a 2008, superior ao aumento de 0,89% em nível mundial, o setor de software – programas de computador – e serviços no Brasil se prepara para retomar, a partir deste ano, o ritmo de expansão anterior, em torno de 20% ao ano. A afirmação foi feita pelo presidente da Associação Brasileira de Empresas de Software (Abes), Gerson Schmitt. A entidade representa 840 companhias.

“A curva de crescimento do setor é muito forte”. Schmitt esclareceu que a adoção de tecnologia cresce como fator de competitividade empresarial e de qualidade de gestão na área pública. “Ela tem crescido a um ritmo de 20% ao ano, para mais. Então, nós acreditamos que deste ano [2010] em diante, o patamar típico do mercado retorna”. A recuperação cambial contribui para isso, disse o presidente da Abes.

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BNDES aprova financiamento de R$ 3,9 bilhões para a indústria naval

O BNDES aprovou financiamento de R$ 3,9 bilhões para a indústria naval. Serão destinados R$ 2,6 bilhões para a Transpetro e R$ 1,3 bilhão para o Estaleiro Atlântico Sul (EAS), em Pernambuco. Os recursos da Transpetro serão para aquisição de sete navios-tanque, encomendados ao EAS. O Estaleiro utilizará os recursos para financiar parte da produção destas embarcações. O financiamento aprovado à Transpetro corresponderá a 90% do valor do investimento a partir da conclusão e entrega dos navios.

Os dois projetos terão recursos do Fundo da Marinha Mercante (FMM) e fazem parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). O financiamento prevê a construção de quatro embarcações do tipo Suezmax e três do tipo Aframax, da segunda etapa do Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef II) da Transpetro, que prevê 26 navios petroleiros.

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