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Como a mobilidade cria uma nova era no varejo

Que a comunicação móvel está transformando o mundo já não é mais dúvida para ninguém. O que ainda existe de dificuldade é conseguir o desenho correto do futuro com o avanço da mobilidade. A própria indústria de celulares, como é o caso da Nokia, só consegue antever 15 anos à frente e conceber produtos, serviços e estratégia para esse período. O que no universo temporal, vamos convir, é muito pouco.

Desde seu primeiro lançamento em 1987 até o momento atual, em que existem 4,6 bilhões de usuários no mundo, o celular tem redesenhado a comunicação entre pessoas, marcas, instituições e empresas, gerando uma revolução social que criou acesso à internet, como única opção, para 75% desses usuários.

Na realidade brasileira são mais de 170 milhões de pessoas usando o celular, para uma base de 46 milhões de linhas fixas e perto de 60 milhões de usuários de internet. Transformou-se, no Brasil, num instrumento de inserção social, e assim é percebido, o que predispõe a maior parte de seus usuários a receber promoções, propaganda ou ofertas, individualizadas, desde que criativas e não invasivas. Leia Mais..

Indicadores de desempenho, como eles podem auxiliar na sua gestão

Possivelmente isso será bom para sua empresa, desde que você tenha habilidade suficiente para usá-las todas ao mesmo tempo sem, por exemplo, querer furar com um voltímetro ou aplainar com uma furadeira.

Digamos que não seja muito fácil para um gestor conseguir utilizar-se de tantas ferramentas ao mesmo tempo. Ninguém é capaz de possuir tantas competências e conhecer a fundo cada processo de trabalho e, ao mesmo tempo, ter tempo para analisar, gerenciar e tomar decisões acertadas o tempo inteiro.

Ah, é verdade! Os sistemas informatizados nos ajudam muito e eles podem fazer parte do papel dos gestores! Errado. Eles criam as condições para a gestão, mas não existem soluções viáveis, principalmente para empresas pequenas e médias, em que um sistema substitua o gestor. Leia Mais..

Entrevista | Stephen Spinelli, presidente da Universidade da Filadélfia

“É uma maneira de pensar e agir baseada na obsessão pela oportunidade, com uma abordagem holística e uma liderança equilibrada”. É assim que Stephen Spinelli, ex-diretor da Babson College (atualmente melhor escola de empreendedorismo dos Estados Unidos) e presidente da Universidade da Filadélfia, define o que é empreender. Convidado pela Universidade Anhembi Morumbi a participar de um evento internacional nesta semana, Spinelli conversou com Pequenas Empresas & Grandes Negócios sobre o que pensa do empreendedorismo e seu ensino, o potencial dos países emergentes no mundo globalizado e quais os setores que mais prometem nos próximos anos. Confira.

Por que a atenção do mundo está voltada para os países emergentes? Os BRICs (bloco econômico formado por Brasil, Rússia, Índia e China) têm mais oportunidades de negócios do que os países ricos?
Há inúmeras oportunidades nos emergentes. O comportamento do consumidor, a abundância de recursos, a expectativa de crescimento, a história econômica da última década, todos esses indicadores apontam para um cenário robusto. Mas isso não significa que economias maiores não tenham oportunidades, é que elas são diferentes. Leia Mais..

Garrafa filtra água enquanto você bebe

Seguindo a moda de criações ecologicamente corretas, a Bobble Store criou um produto que pode eliminar sua preocupação com os danos causados pelas milhões de garrafas plásticas jogadas ao meio ambiente e fazer a água da torneira utilizável no dia-a-dia em países como o Brasil.

A Bobble Water é uma garrafinha – com opção de seis cores – criada de maneira que, enquanto você bebe, a água passa por um filtro de carvão localizado no gargalo, que impede que o cloro e outras impurezas passem e cheguem até sua boca.
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Comércio eletrônico deve crescer 40% neste ano

O comércio eletrônico – também conhecido como comércio virtual ou digital – deverá fechar 2010 com faturamento superior em 40% em relação a 2009, quando o setor faturou em torno de R$ 10 bilhões. A previsão é da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico ( www.camara-e.net ), que credita cerca de 20% do total faturado ou R$ 2 bilhões às vendas virtuais realizadas por micro, pequenas e médias empresas no ano passado.

“Esperamos que todo o bolo cresça 40% e os 20% relativos aos negócios virtuais das micro, pequenas e médias empresas também deverão crescer 40%”, afirma Gerson Rolim, diretor executivo da Camara-e.net, entidade que congrega 150 associados de todos os setores e segmentos de mercado no país. A maioria das empresas praticantes do comércio eletrônico está nas regiões Sul e Sudeste. Na Região Nordeste, há predominância das grandes redes varejistas nessa modalidade comercial, informa Rolim. Leia Mais..

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